domingo, 1 de novembro de 2015

Dia dos Mortos


Feriadão comendo solto, e, evidentemente, a razão dele existir poucos se lembram. Um dia “estranho”, porque parece remeter a tristeza, saudade, distância daqueles que já partiram dessa para muito melhor.

Não tenho religião, me alimento um pouco de todas elas, desde que traga esperança e fé na vida. 

Pelo menos uma vez por mês, tenho o hábito de visitar uma igreja aqui de Sampa, chamada Igreja das Almas, bem pertinho do metrô Armênia. Acendo minha vela para as almas que estão entre nós e, especialmente, para aquelas que já cumpriram sua missão por aqui.

Neste Dia dos Mortos, é bom lembrar daqueles que partiram e deixaram entre nós a doce lembrança de suas presenças.

Prefiro não pensar em “perdas”, mas “ganhos”, privilégio de ter convivido com gente tão importante. Nas fotos, as poucas que tenho, alguns daqueles que já partiram: minha avó Maria, que cuidou dos primeiros índios da Funai que chegavam a SP; meu querido pai, Antonio Ribeiro; Pacheco, repórter e irmão com quem trabalhei na TV Cultura e que partiu precocemente; Danilo, o “Jacaré” também da Cultura; Leônidas da Silva, o Diamante Negro, e, Telê Santana, almas que cruzaram meu caminho e me ensinaram o verdadeiro sentido dos altos e baixos desta vida. E meu beijo para tanta gente que partiu tão cedo, como Eliana Arndt, Carlos Zen, Michel Laurance, Marcão (Marcos Carvalho), Sebastião Witter.

Pacheco, repórter TV Cultura.







Antonio Ribeiro, meu pai.

Michel Laurence, mestre.

Danilo, o "Jacaré".
Marcos Carvalho, o Marcão.

Eliana Arndt

Sebastião Witter
Carlos Zen
Telê Santana
Leônidas da Silva, o Diamante Negro.
Vó Josepha.
Vó Maria (primeira à direita, em pé)

Já sabemos como é o processo da vida, nascer, crescer e morrer. Muitos se vão e outros chegam para atenuar a dor de tantas perdas e nos trazer a eterna esperança pelo verdadeiro sentido da vida, ou seja, o de conviver, aproveitar cada segundo com quem representa pouco ou muito em nossas vidas.

Antonio, o "Tonico", sangue novo para vida nova.

 Obrigado a todos vocês. E tantos outros que já partiram.

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