terça-feira, 20 de agosto de 2013

Neymar de A a Z



Neymar, o maior craque brasileiro do século XXI ganha sua primeira biografia oficial: Neymar Jr. De A a Z (Panda Books). Mais um gol de placa do editor Marcelo Duarte. No país onde reina a ideia de que bom biografado é aquele que já morreu, o primeiro livro sobre Neymar é bem-vindo, especialmente para o público leitor mais jovem. Neymar tem sua vida contada de um jeito moderno e irreverente.

Literatura na Arquibancada agradece a Panda Books pela cessão de alguns verbetes da obra.

Sinopse (da editora)


Dentro e fora de campo não há jogador de futebol mais comentado que ele. Neymar Jr. já chamava a atenção desde que chegou ao Santos em 2003, aos 11 anos de idade. 

A aposta deu certo! Com o clube Neymar Jr. cresceu, e, desde 2009 entre os profissionais, o que se viu em campo foi a essência do futebol brasileiro em seu estado puro.

Ricamente ilustrado, Neymar Jr. de A a Z traz tudo sobre a vida profissional e pessoal do maior craque do Brasil do século XXI, desde a sua infância simples em São Vicente (SP) até a sua transferência para o Barcelona, por meio de verbetes organizados em ordem alfabética.



As chuteiras de Neymar Jr.

Acompanhe a evolução das chuteiras do jogador, suas mais significativas camisas, a relação de prêmios conquistados pela sua atuação no Santos e na Seleção Brasileira, os diferentes cortes de cabelo do craque, os hobbies, a descrição dos gols mais bonitos (e não foram poucos), a íntegra da mensagem de despedida e muito mais.

Neymar Jr. de A a Z está em sistema de pré-venda e à disposição do público a partir do dia 26 de agosto. 

Para reservar o seu, é só acessar o link

A partir dessa data, a obra estará nas prateleiras das principais livrarias de todo o Brasil.

Apresentação


Da infância humilde no litoral de São Paulo aos gramados da Europa, Neymar Jr. teve – e ainda tem – uma trajetória de muito trabalho, talento e sucesso. O menino franzino e tímido que chegou ao Santos aos 11 anos, em 2003, conquistou títu­los e fãs por todo o Brasil ao longo dos quase dez anos que viveu no time da Vila Belmiro.

Mais do que dinheiro e sucesso, Neymar Jr. simboliza um tipo de futebol que há muito parecia estar em extinção: o futebol-arte. Ele deixou de lado o jogo chato, voltado ape­nas para o resultado, e encheu os olhos da torcida nos qua­tro anos em que jogou como profissional no Brasil.


Não é à toa que desperta tanta atenção, curiosidade e admiração. Os dias que antecederam sua decisão sobre qual time da Europa escolheria para jogar demonstraram isso. Inúmeras páginas de jornais, revistas e sites se dedica­ram a vislumbrar qual seria a decisão do atacante, a melhor opção para ele e os prós e contras de cada possibilidade.


Todos queriam saber para onde iria o menino que enchia de ousadia e alegria os gramados brasileiros. A decisão che­gou e o adeus também – seu destino foi o Barcelona, um dos times mais envolventes da última década e que preza por um estilo de jogo que tem tudo a ver com o craque. Neymar Jr. não é mais só do Brasil, é do mundo.

Mas tudo isso só foi possível graças à sua trajetória vito­riosa, feita de momentos que merecem ser lembrados e re­contados para registrar a história de um dos maiores ídolos do nosso futebol recente. Então, mãos à obra e boa leitura!

A

ARTILHEIRO
Neymar Jr. esteve entre os jogadores que mais marcou gols em praticamente todos os torneios que disputou como profissional. Essa série come­çou na Copa do Brasil de 2010, em que o Santos foi campeão. Ele foi o artilheiro da competição, com 11 gols.

 
Em 2011 também foi o artilheiro do Sul-Americano Sub-20 com nove gols e vice-artilheiro da Liber­tadores, com seis. No ano seguinte, foi quem mais marcou no Campeonato Paulista, com vinte gols, e foi artilheiro da Libertadores, com oito.

Ele também detém o recorde de maior número de gols pela Seleção Brasileira no período de Mano Menezes, com 19 gols em 37 jogos. No Santos, ele é o 13o maior goleador da história – ou o primeiro após a era Pelé –, com 138 tentos.

AUTÓGRAFO

Por onde ele passa, sempre há alguém querendo uma as­sinatura. O autógrafo de Neymar Jr. é hoje um dos mais requi­sitados entre os jogadores brasileiros e não há concentração, dentro ou fora do Brasil, em que grupos de fãs e torcedores não estejam de plantão na porta do hotel esperando para conse­guir uma assinatura do craque.

 
Neymar Jr. já trocou três vezes de autógrafo desde que ficou famoso. Normalmente, o atleta assina “Neymar Jr.”, com o N e o J bem grandes, acompanhado de uma mensagem para o desti­natário do autógrafo (1). Às vezes, porém, adota uma versão mais curta e rápida do autógrafo, quando a demanda é grande (2). O assédio é tanto que até o cineasta e ator norte-americano Spike Lee foi atrás do craque para conseguir uma assinatura quando esteve no Brasil, em 2012. E conseguiu.

B

BARCELONA

Depois de praticamente uma década no Santos, aonde chegou ainda com 11 anos para treinar nas categorias de base, Neymar Jr. deixou o time praia­no em maio de 2013 de mudança para a Espanha. O craque, considerado uma das maiores revelações do futebol nacional e requisitado por várias equipes europeias, decidiu se transferir para o Barcelona, em uma negociação que já estava sendo tentada há anos pelo time catalão.

 
Curiosamente, Neymar Jr. já havia estado no mesmo gramado que o Barcelona, mas em lados opostos do campo: a equipe espanhola, que havia sido campeã da Liga dos Campeões da Europa, enfrentou o Santos no Mundial de Clubes de 2011. O Barça acabou ganhando de 4 X 0 e se sagrou campeão mundial.

BETINHO

Roberto Antonio dos Santos, o Betinho, foi o olheiro que des­cobriu o talento do jogador. Ele viu Neymar Jr. pela primeira vez na praia de Itararé, em São Vicente, no litoral de São Paulo. Na ocasião, foi montada uma quadra de futebol soçaite na praia, e quem jogava era o pai de Neymar Jr. Ele atuava em uma partida do Recanto da Vila contra o Tumiaru. Betinho re­parou no menino franzino, com menos de dez anos, que corria muito rápido nas arquibancadas.

Time dos Portuários, comandado por Betinho. Neymar (3º agachado, dir/esq)
 
Encantado com a agilidade e com o talento do menino, Be­tinho pediu que o levassem no dia seguinte ao Tumiaru, clu­be de São Vicente. Lá, viu Neymar Jr. treinar com a equipe e percebeu que diante dele havia um craque. Levou-o para a Portuguesa Santista, time do qual era treinador da categoria de base, e para outros no futebol de salão, nos quais o jovem jogador aprimorou suas técnicas de drible e de passe.

BOLA

Neymar Jr. gostava tanto de bola que, na infância, estava sempre com uma. Quando ainda era criança, chegou a ter quase cinquenta bolas dentro de casa. “Eu comecei em casa, quebrando as coisas da minha mãe. Depois fui para a rua, acabando com os portões dos vizinhos. Até que entrei no salão e no futebol de campo para poder treinar”, contou Neymar Jr. em uma entrevista à Santos TV.

BOLA DE OURO (FIFA)

Desde 2004, ano em que a Fifa passou a fazer uma lista com os indicados para ganhar o prêmio de Melhor Jogador de Futebol do Mundo, a Bola de Ouro, apenas Rogério Ceni e o argentino Juan Román Riquelme haviam sido indicados sem pertencer a um clube europeu. Neymar Jr. quebrou esse tabu e constou na lista por duas vezes seguidas, jogando no Santos.

A primeira foi em 2011, quando tinha apenas 19 anos de ida­de e foi listado como um dos melhores atletas do mundo junto de nomes como Leonel Messi e Cristiano Ronaldo. “Estou muito feliz só de estar entre os 23 melhores. Já é um título conquistado”, afirmou, na época. Ele ficou em décimo lugar, após a votação de jogadores, jornalistas e técnicos que elegem os melhores. No ano seguinte, foi o único brasileiro a constar na pré-lista de 23 nomes que concorriam ao prêmio. Acabou em 13o. Nesses dois anos, ele foi o único brasileiro que atuava no Brasil a ser indica­do para a lista.

BOLA DE OURO HORS-CONCOURS


Por suas atuações de encher os olhos do público e cativar a crítica esportiva, Neymar Jr. recebeu, em 2012, um prêmio que, antes dele, somente Pelé havia recebido. Trata-se da Bola de Ouro Hors-Concurs da revista Placar, que é concedida apenas em casos em que um jogador destoa tanto dos outros que é considerado “fora da disputa” pelas premiações normais.

“Neymar Jr. havia sido elevado a outra categoria, de seres que não estão neste planeta. Um caminho que ele provou ao receber a rara nota 10 da Placar, na vitória do Santos por 4 X 0 sobre o Cruzeiro, em 3 de novembro. Ali começava a trajetória de imortal. Havia um fosso entre o santista e os outros jogado­res”, justificou a revista.

CAPAS DE REVISTA

A fama conquistada pelo que faz dentro das quatro linhas levou as principais revistas do Brasil e do mundo a darem destaque especial para Ney­mar Jr. Ele já estrelou a capa de praticamente to­das as mais importantes revistas do país.

Na Placar, especializada em esporte, foram ao menos cinco aparições como foto de capa. Além disso, já esteve na página principal de revistas jor­nalísticas como Veja e IstoÉ, em títulos voltados a adolescentes como Atrevida e Capricho e até na conceituada revista americana Time.

CARRINHOS

Quando criança, Neymar Jr. quase não largava a bola de futebol por causa da sua paixão pelo esporte. Quando fazia isso, acabava partindo para a sua outra brincadeira favorita: os vários carrinhos que colecionava. Para lembrar essa segunda paixão de criança, ele até já foi fotografado com o pai brincando de carrinhos de controle remoto para uma matéria da revista Alpha, em 2011.

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