terça-feira, 29 de novembro de 2011

Um time inteligente



“A equipe de futebol é o muro do frontão 
subitamente inteligente. 
É a tabela de bilhar dotada de gênio”
(Jean Giradoux)


Sobre Jean Giradoux

Diplomata, romancista e escritor de peças teatrais. Francês nascido na vila de Bellac, criador de uma modalidade impressionista de teatro, original mas excessivamente marcada pela formação literária do autor. Estudou na École Normale Supérieure e quando jovem viajou extensivamente pela Alemanha, Itália, Balcãs, Canadá e Estados Unidos, onde passou um ano (1906-1907) como instrutor na Harvard. Retornou à França e lutou na I Guerra Mundial, onde ferido duas vezes, tornou-se o primeiro escritor a ser premiado pela Legião de Honra. Seguiu a carreira diplomática e tornou-se conhecido como autor de vanguarda com romances como Suzanne et le Pacifique (1921), Siegfried et le Limousin (1922) e Bella (1926). Começou teatrólico com Siegfried (1928), adaptado do romance homônimo, que lançou o diretor Louis Jouvet, com quem trabalhou até a segunda guerra mundial e morreu em Paris. Suas peças sempre caracterizaram-se par apresentar pares de opostos como o homem e Deus, em Amphitryon 38 (1929), o mundo pagão e o Antigo Testamento, em Judith (1931), a mulher e o homem, em Sodome et Gomorrhe (1943). Seguindo a tradição clássica, escreveu as peças Électre (1937) e Cantique des cantiques (1938) e foi autor de roteiros para o cinema como La Duchesse de Langeais (1942) e Les Anges du péché (1944). Postumamente ainda foi montada sua peça inédita La Folle de Chaillot (1946).


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